BOVEN, 10 ANOS!

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Uma década se passou… E parece que foi na velocidade da luz!

Só nos resta agradecer a vocês que, de alguma forma, também fazem parte dessa história.

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JÁ SE SABE QUE A HISTÓRICA CRISE HÍDRICA QUE O BRASIL ENFRENTA ATUALMENTE SERÁ UM DESAFIO PARA A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOS PRÓXIMOS MESES.

JÁ SE SABE QUE A HISTÓRICA CRISE HÍDRICA QUE O BRASIL ENFRENTA ATUALMENTE SERÁ UM DESAFIO PARA A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOS PRÓXIMOS MESES.

Isso porque cerca de 60% da eletricidade do país são oriundos de usinas hidrelétricas, que dependem do volume de seus reservatórios para operarem com um bom desempenho. Acontece que o nível desses reservatórios nas regiões Sudeste e Centro-Oeste (que representam quase 3⁄4 da capacidade instalada do Brasil), está
em 17%.

Além disso, o volume de geração de energia da Itaipu Binacional está no patamar mais baixo desde 1993.

O mesmo cenário é visto em outros países da América do Sul, como o Chile. A Colômbia, no entanto, vive uma situação inversa: recentemente, o aumento de chuvas por lá fez os reservatórios operarem com mais de 80% da capacidade, fazendo com que o preço da energia despencasse.

Além de tudo, o fenômeno La Niña, deverá atrasar a estação chuvosa no sul do continente, deixando 2022 um ano ainda mais difícil para a geração de energia proveniente das hidrelétricas. Caso essa previsão se concretize, especialistas apontam que o Brasil deverá começar a próxima estação seca em situação ainda mais crítica.

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BOVEN – GESTÃO, GERAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA.

Boven - Gestão, Geração e Comercialização de Energia.

Para lembrarmos sobre a importância da energia elétrica na planilha financeira de uma empresa. Se, por um lado, a energia elétrica está entre os maiores gastos no sistema de produção, por outro, o Mercado Livre de Energia é uma excelente alternativa para driblar isso: empresas que optam por este ambiente conseguem prever seus custos com energia, além de poderem optar por pacotes muito mais atraentes, devido a liberdade de escolha.

A Boven atua em três frentes para que a sua empresa ingresse em total segurança no ML e maximize
os resultados.

1 – Migração: se a sua empresa atende aos requisitos necessários para migrar do mercado cativo para o mercado livre, ela deve cumprir uma série de exigências, como formalizar um novo contrato de fornecimento com a geradora (ou comercializadora) que se encaixe ao perfil, além de readequar o sistema de medição de consumo. A Boven também se encarrega disso;

2 – Gestão: gerenciamos consumidores de diferentes tamanhos e setores, além de diversos geradores de fontes limpas de energia. Também cuidamos da representação junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica);

3 – Comercialização: não importa se a sua empresa é grande, média ou pequena. Se ela estiver apta para
ingressar no Mercado Livre de Energia, a Boven Trading faz a negociação. Hoje, atendemos + 890 clientes em todo o Brasil, comercializando + 1100 MW médios de energia com total transparência.

Fale com a Boven e aproveite os benefícios do Mercado Livre de Energia.

Boven, energia nos inspira!

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O QUE É O BÔNUS DE REDUÇÃO VOLUNTÁRIA DO CONSUMO, E COMO ELE VAI BENEFICIAR NÓS, CONSUMIDORES?


O QUE É O BÔNUS DE REDUÇÃO VOLUNTÁRIA DO CONSUMO, E COMO ELE VAI BENEFICIAR NÓS, CONSUMIDORES?


> O Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica é uma das medidas excepcionais criadas pelo governo federal. A intenção é que, com algum estímulo, os consumidores possam reduzir o consumo de energia e, dessa forma, consigamos atravessar essa fase de crise hídrica, marcada pelo baixo nível dos reservatórios.


> Criado pelo Governo Federal por meio do Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica, o bônus visa encorajar os consumidores a essa redução.


> Ele vai favorecer os consumidores que conseguirem atingir a meta estipulada. Para garantir o bônus, o consumidor precisa apenas reduzir seu consumo de energia elétrica nos próximos meses (de setembro a dezembro de 2021), de forma que a soma dos consumos nesse período seja, pelo menos, 10% menor em relação à soma no mesmo período de 2020.


> Caso o consumidor atinja a meta de redução, o bônus será de R$ 0,50 por quilowatt-hora (kWh) do total de energia economizada (no período de comparação estipulado, conforme explicado no item acima).

> O bônus é limitado a 20% da energia economizada. Portanto, caso você economize 30% ou 50%, por exemplo, receberá apenas a bonificação pelos 20%.

> O bônus será informado ao consumidor na primeira conta de energia de 2022, e creditado como abatimento do valor a pagar na fatura seguinte.


> Consumidores do sistema de geração distribuída, assim como os consumidores especiais e livres, NÃO participam deste programa de bonificação.


> Para maiores informações, acesse o site da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica):

www.consumoconscienteja.com.br

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JUSTIÇA REDUZ VAZÃO DE BELO MONTE

BELO MONTE

24/06/2021

Atendendo a um pedido do MPF, a Justiça Federal autorizou a medida de redução da vazão da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).

Isso acontece em um momento em que o abastecimento de eletricidade no país vem sendo comprometido por uma grave crise hídrica nos reservatórios do Sudeste.

O parecer também cancela um acordo firmado em fevereiro entre a Norte Energia (a concessionária de Belo Monte) e o Ibama, que garantia o desvio de 80% das águas do rio Xingu para as turbinas da usina.

Segundo o MPF, o acordo não respeitava princípios ambientais previstos pela legislação brasileira.

Agora, a hidrelétrica deverá aplicar um hidrograma provisório para liberar água suficiente para garantir o abastecimento à região da Volta Grande do Xingu, até que novos estudos técnicos sobre impactos do desvio do rio sejam apresentados.

Segundo a Norte Energia, caso a decisão seja mantida, os efeitos imediatos sob a produção de energia de Belo Monte serão leves.

No entanto, para o próximo ano, até os reservatórios do país deverão sentir o baque. Isso porque, nos meses de cheia de Belo Monte, hidrelétricas do Sudeste aproveitam essas águas para encher seus reservatórios.

DATA DA POSTAGEM: 24/06/2021

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CÂMARA APROVA TEXTO FINAL DA MP DA ELETROBRÁS

ELETROBRAS

24/06/2021

Na segunda-feira (21/06), a Câmara dos Deputados aprovou o texto final da Medida Provisória da Eletrobras (1031), viabilizando a privatização desta que é a maior empresa de energia da América Latina. A MP agora segue para aprovação presidencial.

Do texto inicial apresentado, o relator Elmar Nascimento (DEM-BA) rejeitou cinco das 28 emendas e reconsiderou outras duas.

A proposta original do governo, autorizando a privatização da Eletrobras por meio de uma operação de aumento de capital, foi mantida. No entanto, a anuência vem acompanhada de alguns pontos polêmicos. Um deles é a contratação obrigatória de termelétricas a gás natural (ampliada de 6 GW para 8 GW) em lugares sem infraestrutura adequada, como a falta de gasodutos.

Outro é quanto aos “jabutis”: enquanto a indústria calcula um repasse de R$ 84 bilhões ao consumidor durante os próximos anos, o governo fala em redução de tarifa. A construção do linhão de interligação de Roraima ao Sistema Interligado, ignorando trâmites de órgãos como a Funai e o Ibama, também tem sido alvo de críticas.

Outro ponto retirado (e que havia sido incluído pelo Senado), é o que estabelecia critérios para a migração gradativa ao Mercado Livre, prevendo a liberação total até 2026.

A redação final do texto, além de abrir caminho à privatização, estabelece a “golden share” (a União tem ação preferencial no poder de veto nas deliberações sobre o estatuto social da empresa) e a criação de uma nova estatal para administrar a Eletronuclear e a Itaipu Binacional, entre outras medidas que levam em conta obrigações e direitos da empresa, do governo e de empregados.

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MERCADO LIVRE DE ENERGIA IMPULSIONA A RETOMADA DA ECONOMIA NO PAÍS

MERCADO LIVRE DE ENERGIA IMPULSIONA A RETOMADA DA ECONOMIA NO PAÍS

19/05/2021

Segundo o boletim InfoMercado Quinzenal da CCEE, o consumo de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou um crescimento de 13,4% no mês de abril — atingindo o volume de 63.342 megawatts médios.

E, enquanto o mercado livre cresceu 31,3% em abril, o mercado regulado teve alta de 5,9%. Analisando por estados, apenas Acre e Rondônia tiveram queda (50% e 16%, respectivamente).⠀

Todos os demais estados do país tiveram números positivos, com destaque para o Ceará (21%), Rio de Janeiro (21%), Santa Catarina (18%), São Paulo (18%) e Pará (17%).⠀

Na geração de energia, as hidrelétricas lideram o abastecimento, entregando 48.367 MW. Em seguida, vêm as fontes eólica (44,4%), térmica (36,8%) e solar (9,1%).⠀

Boven, energia nos inspira.

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Ministério de Minas e Energia flexibiliza requisitos para consumidores livres

Ministério de Minas e Energia flexibiliza requisitos para consumidores livres

Ministério de Minas e Energia flexibiliza requisitos para consumidores livres

Ministério de Minas e Energia flexibiliza requisitos para consumidores livres

Tanto as unidades consumidoras quanto os agentes serão favorecidos com a nova abertura

A partir de janeiro de 2021, unidades com demandas energéticas iguais ou superiores a 1,5 MW já poderão se estabelecer como consumidores livres. A medida faz parte do plano de flexibilização do Ministério de Minas e Energia (MME) para o Mercado Livre de Energia — uma ideia que começou a ser posta em prática em 2019, prevendo a redução gradativa da demanda obrigatória para o ingresso na classificação livre.

Em 2019, no início da flexibilização, quando qualquer unidade consumidora com demanda acima de 3 MW poderia contratar qualquer tipo de energia, 282 unidades optaram pela mudança de classificação (de especial para livre).

Em julho daquele mesmo ano, já eram 323 unidades consumidoras que optaram pela classificação livre (depois que a demanda exigida caiu para 2,5 MW). O número de contratantes subiu para 408 na fase seguinte de flexibilização, em janeiro de 2020, quando o limite mínimo de demanda caiu para 2 MW.

Para janeiro de 2021, quando demandas ainda menores (a partir de 1,5 MW) poderão também migrar ao mercado livre, espera-se que mais de 900 unidades consumidoras sejam beneficiadas.

Essas empresas já podiam usufruir as vantagens da contratação no ambiente livre, mas até então eram classificadas como especiais, ou seja, eram obrigadas a contratar energia incentivada (as produzidas por usinas eólicas, solares, térmicas a biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas).

Nesta nova fase, porém, com a classificação de consumidores livres, elas poderão optar pelo tipo de energia contratada: incentivada ou convencional. A mudança favorece essas empresas contratantes nas negociações, já que o número de fornecedores será maior também. Assim como beneficia também os agentes, que agora poderão ampliar suas ofertas.

Para saber como está sendo feita a operacionalização dessa nova fase, acesse o site da Câmara de Comercialização
de Energia Elétrica (www.ccee.org.br).

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Mercado Livre de Energia tem crescimento recorde no Brasil

Mercado Livre de Energia tem crescimento recorde no Brasil

O país terminou o mês com mais de 8 mil consumidores habilitados no ACL

Segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o mês de setembro (2020) terminou com um número recorde no Brasil: 8.247 consumidores habilitados no Ambiente de Contratação Livre (ACL) — também conhecido como mercado livre de energia. Isso representa um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado.

A CCEE também constatou que muitos consumidores migraram do mercado cativo (ACR) para o ACL. Só neste ano, em média, foram 150 migrações por mês — a maior desde 2016.

Esses números revelam um aumento de mais de 23% entre os consumidores especiais (aqueles que possuem uma demanda entre 500 kW e 3 MW por mês e que, portanto, têm direito de adquirir energia de pequenas hidrelétricas ou de fontes especiais, como eólica ou solar). O aumento entre os consumidores livres (aqueles que podem escolher o fornecedor por meio da livre negociação) foi de 10,2%.

Em setembro, ainda segundo a CCEE, houve um aumento de 44% (no comparativo de 2020) no número de processos em andamento para adesão ao ACL.

ACL, um mercado em crescimento

Outra constatação é a de que o número de agentes (consumidores, geradoras, distribuidoras e comercializadoras) do mercado livre também está em ascensão: em setembro, foi constatado um aumento de 31,2% comparado ao mesmo período de 2019.

Ao todo, em 2020, foram 1.532 novos associados à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, sendo:

• 1.257 consumidores especiais;
• 92 consumidores livres;
• 52 comercializadoras;
•124 produtoras independentes;
• 6 autoprodutores;
• 1 gerador.

Segundo especialistas, o aumento da procura pelo mercado livre de energia está ligado à redução no preço da tarifa. Com a diminuição das atividades industriais por conta da pandemia de Covid-19, está sobrando energia atualmente.

Empresas que conhecem o mercado livre de energia não voltam atrás. É uma oportunidade real para elas reduzirem gastos, baterem metas e estabelecerem o fornecimento de acordo com as suas necessidades.

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5 passos para uma empresa ser mais sustentável

5 passos para uma empresa ser mais sustentável

Uma empresa também tem responsabilidades sociais, mas não é difícil estar de acordo com elas

Assim como os indivíduos, uma empresa também é um elo da sociedade, com direitos, deveres e responsabilidades. Isso significa que cada empresa também deve se estabelecer conforme procedimentos que levem em conta a boa relação com as pessoas e com o meio ambiente. 

Em outras palavras, ela tem que estar de acordo com práticas sustentáveis. Mas como se tornar uma empresa “verde”, ou sustentável? A seguir, revelamos cinco procedimentos simples e ao alcance da maioria das empresas, que trarão benefícios significativos a todos. 

 

  • Economizar energia e água: Uma empresa sustentável começa com a preocupação em economizar luz e água. Isso, no entanto, vai além de você apagar a luz ao sair da sala, ou de fechar a torneira enquanto escova os dentes. Uma empresa que realmente avalia seu impacto ambiental adota estratégias como uma arquitetura que facilite a iluminação e a ventilação naturais; lâmpadas fluorescentes de LED (que além de serem mais econômicas, têm vida útil mais longa). Quanto à água, reguladores de pressão e torneiras com desligamento automático ajudam a poupar os desperdícios.  

  • Reduzir lixos: Dar preferência à documentação eletrônica é uma forma de reduzir o lixo e o descarte de materiais. Além disso, os arquivamentos eletrônicos são mais seguros e aumentam a confiabilidade de uma empresa. A reeducação de funcionários, mostrando o quanto é importante avaliar sempre o uso de impressoras e de outras máquinas de forma consciente, também faz parte de um plano eficiente de sustentabilidade.  

  • Repensar o transporte: Empresas realmente sustentáveis são aquelas que não apenas incentivam seus funcionários a reduzirem o uso de automóveis, mas as que também criam oportunidades para o transporte alternativo. Isso é se preocupar com a qualidade de vida das pessoas e com o meio ambiente. Portanto, facilitar práticas seguras de caronas, de meios alternativos como bicicletas e transportes públicos, além de organizar revezamentos para trabalho no esquema home-office estão entre esses procedimentos.  

  • Optar por fornecedores sustentáveis: Os colaboradores serão sempre um elo importante na elaboração de um plano sustentável. Portanto, uma empresa deve estar atenta aos valores levados em conta por seus parceiros. Só assim haverá ampliação e continuação na cadeia de produção sustentável.  

  • Migrar a empresa ao Mercado Livre de Energia: Caso sua empresa possui uma demanda energética igual ou superior a 500 kW (considerando a soma de todas as unidades com o mesmo CNPJ), leve seriamente em conta a migração ao Mercado Livre de Energia. Além da redução na conta de luz, o fornecimento passará a ser proveniente de fontes renováveis. Resumindo, a energia que sua empresa consumirá será limpa, colaborando com os recursos do planeta e com o consumo consciente.

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